Mais um projeto para inglês ver o colocar nas mais tocadas, o duo conhecido por La Roux é composto por Elly Jackson, super style com seu cabelinho mais que anos 80, nos vocais e nos sintetizadores Ben Landmaid, que já trabalhou com alguns bacanas da música por aí.
Apareceram a pouquissimo tempo, quando lançaram o single Quicksand. Com bases mais que oiterntistas, na linha Eurythmics, Prince e com muito sintetizador marcando um stilo eletro-pop, a banda já entrou na lista da BBC como uma grande promessa deste ano e está com parceria marcada para abir os show de Lily Allen.
O álbum de estréia está para sair do forno e é esperado por muitos, inclusive pelos Napas aqui! Por enquanto, conseguirmos encontrar varios remixes da musica Quiksand, mas o bom mesmo é ouvir na versão original, em um clipe que te joga no melhor dos efeitos de umas décadas atrás. Vai me dizer que não lembra??? La Roux - Quicksand
Apesar de não ser um som novo, coisa boa tem que ser falada! Bat for Lashes lançou seu primeiro e único álbum no fim de 2006, mas mesmo assim ainda toca direto em nossa playlist. Depois de ver que o curso de enfermagem não era muito sua praia, a inglesa Natasha Khan entrou para o mundo da música mostrando que essa sim era a melhor maneira de mostrar sua veia artistica. Tendo inspiração em suas composições a partir de filmes de época e teatro, seu som leva um tom mais dramático, incrementado com arranjos no piano, instrumentos percussivos, de corda e bateria eletrônica, como na música A Forest por exemplo, dando sutileza e graciosidade as canções.
O som com certeza tem uma forte influência de Bjork, caracterizada pela interpretação vocal de Natasha, além das melodias um tanto quanto viajadas. Essa mistura de pitadas eruditas com elementos populares permite a Bat for Lasher uma essencia diferente do que se ouve corriqueiramente, tornando esse maravilhoso álbum de lançamento necessario em nossas prateleiras. O video indicado é da música Prescilla, forrado de palmas, que cai muito bem tanto para a música, quanto para a artista!
Com tantas bandas salpicando, Mother Mother se destaca em meio a cena por ter um som autêntico, mesmo respirando várias influências. Originário de Vancouver, o quinteto é liderado pelo trio Ryan Guldemond (vocal, guitarra), sua irmã Molly (vocal) e Debra-Jean Creelman (vocal) e faz um som difícil de rotular.
Nos primeiros instantes, naquela primeira "ouvida" do álbum de estréia, Touch Up, dificilmente o som entra em seus ouvidos como um grande trabalho, mas após ouvir algumas vezes, com um pouco mais de atenção, torna-se deliciosamente viciante e interessate. Com os três integrantes variando no vocal e também cantando juntos, guitarras folks e refrões um tanto quanto pops, Mother Mother mostra que facilmente um som complexo e diversificado não precisa ser cheio firulas, mas sim ter muito bom gosto.
O som escolhido pelos Napa faz parte de um dos singles lançados, mas como gosto cada um tem o seu, largue a preguiça e corra atrás das outras músicas que provavelmente você irá encontrar uma para entrar no seu playlist de carnaval! Rá!
O ano de 2008 foi promissor. Primeiramente porque nasceu este blog coisa linda que fala, sem pretensão, do que acontece no mundo da música independente, diferente ou irreverente, para ouvir e curtir, ou não. Foi um ano de lançamentos (e aja pique para acompanhar tantos), parcerias inusitadas, separações, muitos shows e informação musical de todos os cantos. Um período onde a internet 2.0 nos ajudou a estar pertinho de gente galáctica, que pudemos ouvir três versões boas da mesma música sem culpa, afinal um mash-up sempre cai bem, sem falar em estilos que passam de um simples dub ao eletro-indie-punk-folk-sweeder-lero-bit-fritz, que se você não escutou, ainda há tempo.
Dentro de tantas novidades e avaliações de final de ano, sempre rolam listas, levantamentos, balanços e na música não é diferente, assim pegamos várias listas e fizemos aqui uma seleção dos dez artístas que mais apareceram nas seletas de publicações afora, onde muitos sons foram aqui comentados e outros, deixaremos para destrinchar ano que vem! Pelo menos nas férias não vai faltar tempo para colocar o ipod em dia e acrescentar os bons de 2008 que estão abaixo.
10) Foals: Antidote – Fez um espetáculo no Festival Planeta Terra, deixando o povo elétrico com a sonzeira. 09) Santogold: Santogold – Tem em seu álbum de estréia responsabilidade para manter o mesmo nível e crítica. 08) Adele: 19 - Meninota de 19 anos é formada pela BRIT School, mesma faculdade de Winehouse, com composições próprias conquitou o primeiro lugar na Inglaterra. 07) The Ting Tings: We Started Nothing – Na linha das duplinhas inglesas, faz um eletro-indie referência. 06) Glasvegas: Glasvegas - Quarteto escocês que trás elogios de todos os cantos. 05) Vampire Weekend: Vampire Weekend – Outro quarteto, mas de Nova Yorque que faz um indie classudo, daquele jeito oitentista que a gente adora! 04) Friendly Fires: Friendly Fires – New-rave bate cabelo, estreou com tudo em muitas set lists bacanudas. 03) Little Joy: Little Joy – Com um apego mais que brasileiro da nossa parte, projetinho de morrer de orgulho pela simplicidade aliada aos arranjos e letrinhas que caem muito bem. 02) The Last Shadow Puppets: The Age of the Understatement – Somando Alex Turner (Artic Monkeys) e Mile Kane (The Rascals), não tinha como não ser muito bom. 01) Fleet Foxes: Fleet Foxes - Essa banda é top one em quase todas as listas, mas não é para menos, pois estes norte-americanos conseguem produzir um som de vanguarda mais que bem trabalhado e bom de ouvir em muitas ocasiões, e são deles o clipe bonitinho de He Doesn`t Know Why, que encerra a safra de posts do NapaIndie 2008, para que no próximo ano possamos ter fôlego de, entre tantos projetos, continuarmos fazendo algo que adoramos... ouvir música e contar para os outros!
Depois de ter uma música no seriado Gossip Girl, o quarteto de New York logo conseguiu um contrato com o selo Atlantic Records e daí para frente não parou mais. Abrindo shows para bandas já famosas, outras nem tando, mas já com grande credibilidade como The Black Kids, The Virgins, liderado por Donald Cumming (rapaizinho desajeitado na beleza e com somente alguns dentes na boca), e mais três coleguinhas ainda com cara de menores de idade, fazem um som indie-rock-dance-punk super maduro, contrariando completamente as aparências dos integrantes.
Apesar da qualidade do som, essa galéra ainda tem muito o que aprender em suas performances ao vivo, pricipalmente pela atuação de Cummming, que com a falta de carisma, faz o show se tornar morno e até mesmo cansativo. Como a banda tem somente seu álbum de estréia, talvez por essa falta de experiência venha a fraca apresentação ao vivo, ainda podemos esperar por um forte crescimento de “palco” e consequentemente musical.
O clipe indicado Rich Girls faz parte do single que mais rendeu fãs para a banda e mostra que eles são bons, pelo menos em estúdio
Marnie Stern, teve seu segundo álbum lançado ainda esse ano, forrado na mistura indie, rock, punk, passando pelo famoso e quase antigo metal. Apesar de estar super bem cotada por críticos, sendo inclusive considerada por uma revista norte-americana a maior guitarrista de todos os tempos e vista como uma grande revelação e talento em sua guitarra, Marnei irrita.
O Fê passou bons dias ouvindo o álbum e a Maricota recebeu a indicação a saiu a caça do som, na tentativa de entender o porquê dessa falação toda, mas ainda não entendemos. Em suas músicas, fica claro, logo nos primeiros acordes, sua habilidade em tocar as cordas de sua guitarra e nao isso chega a ser suficiente para se fazer um álbum bem jóia, mesmo porque a maneira que a guitarra é tocanda e sua interação com os vocais, é praticamente uma missão impossível, se conseguir entender e/ou ouvir a letra da música, mas fica longe de agradar os Napas aqui de plantão.
Mas como a artísta tem feito muito barulho, em vários sentidos, cabe a vocês terem suas próprias impressões sobre o som e a nós apresentar o que está rolando no mundo sonoro, sem deixar de dar um pitaco!